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ovários - Ovário

Os ovários

“Prepare-se para mergulhar em um mundo fascinante de biologia feminina! Neste artigo, você vai descobrir tudo sobre o ovário, o órgão responsável por produzir os gametas femininos e hormônios essenciais para a reprodução. Você vai aprender sobre as diferentes fases do ciclo menstrual e como os ovários se relacionam com a ovulação e a gravidez. Com detalhes precisos e explicações simples, este artigo é uma verdadeira aula de biologia sobre um dos órgãos mais importantes do corpo feminino. Não perca esta oportunidade de aumentar seus conhecimentos e entender melhor o funcionamento do seu próprio corpo!”

O vídeo discute sobre o ciclo menstrual, que é uma série de alterações hormonais e fisiológicas que ocorrem no corpo feminino com o objetivo de reprodução. O ciclo menstrual termina com a menstruação, que é a descamação do endométrio dentro do útero. O ciclo menstrual tem uma duração de 21 a 35 dias, com uma média de 28 dias. Ele é dividido em três fases: fase folicular, fase ovulatória e fase lútea. Durante a fase folicular, há um aumento do hormônio FSH e do estrogênio, enquanto a progesterona está baixa. Na fase ovulatória, há um aumento do hormônio LH, que leva à ovulação e à formação do cisto de corpo lúteo no ovário. Na fase lútea, ocorre a produção de estrogênio e progesterona pelo cisto de corpo lúteo.

Olá! Nesse vídeo nós vamos conversar um pouquinho sobre ciclo menstrual. Você sabe como funciona o seu? Vamos lá. O ciclo menstrual são as alterações hormonais fisiológicas que ocorrem no corpo da mulher e tem a finalidade de reprodução. O ciclo menstrual ele culmina com a menstruação e a menstruação nada mais é do que a descamação do endométrio. O endométrio é essa camada que tem dentro do útero. Quando ela descama e sai, é a nossa menstruação. Os ciclos, eles podem durar de vinte e um a trinta e cinco dias com uma média de vinte e oito dias na população em geral. Vamos conhecer todas as fases do ciclo menstrual? A primeira fase do ciclo é a fase folicular. A fase folicular aonde a gente tem o FSH alto que é o hormônio folículo estimulante e aonde o estrogênio e a progesterona estão baixinhos. O que ocorre é que esse hormônio folículo estimulante, ele age nos folículos que estão dentro dos ovários, fazendo estes crescerem e produzirem mais estrogênio. Com o aumento do estrogênio, a gente tem um aumento da produção do muco vaginal, por isso que nas fases que antecedem a ovulação, a gente percebe que a gente tem aquele muco com aspecto de clara de ovo, é por conta disso, estrogênio aumenta, aumenta a produção de muco e esse muco, ele é favorável a passagem dos espermatozoides. Essa fase folicular. ela dura mais ou menos quatorze dias. Após esses catorze dias a gente vai ter um aumento de um outro hormônio chamado LH que é o hormônio luteizante e aqui esse hormônio luteinizante. E aqui, esse hormônio luteinizante, ele marca o fim da fase folicular e assim a gente começa a segunda fase do ciclo menstrual que é a fase ovulatória. A fase ovulatória, ela começa com o pico desse hormônio lluteinizante esse hormônio, ele faz com que o folículo dentro do ovário, ele ecloda e libera o óvulo, é a ovulação. E essa ovulação, ela tem uma duração de dezesseis a trinta e duas horas e aí a gente inicia a terceira fase do ciclo que é a fase lútea, A fase lútea, ela ocorre logo após a ovulação ou seja, logo após que o óvulo, ele sai do folículo. Aqui o que acontece? Há formação do cisto de corpo lúteo no ovário. Por quê? Porque o óvulo saiu desse folículo e formou lá um cistinho de corpo lúteo, esse cisto, ele produz estrogênio e progesterona. Acho que você ou algumas mulheres já foram nessa fase fazer um ultrassom e quando o ultrassonografista fala “nossa! Olha, você tá um cisto de corpo lúteo” ou depois você vai dar uma olhada no seu exame e fala, nossa, aqui no laudo tem um cisto de corpo lúteo, estou com o cisto, que que eu faço? Na verdade, o cisto de corpo lúteo é esse folículo que eclodiu, então tá tudo bem, ele não é nenhuma patologia, ele não causa problema algum. Nesse ponto, se não ocorre a fecundação, o estrogênio e a progesterona para de ser produzido e aí a menstruação ocorre, porque há o desabamento da camada do endométrio. E é nessa fase que a gente tem essas alterações hormonais é que a gente começa a ter os sintomas da TPM. Então, tem mulheres que têm esses sintomas mais leves, outras tem os sintomas mais agudos que podem ser enxaqueca, irritabilidade, a gente sente na balança, às vezes, o aumento de peso por maior retenção de líquido, mas essa sensação passa, esses sintomas passam cerca de três a quatro dias. A medida que a mulher, ela vai amadurecendo, o ciclo menstrual, ele começa a alterar também, então às vezes os ciclos, eles vão ficando mais curtos, às vezes menstrua duas vezes no mês ou às vezes menstrua uma vez só com fluxo muito aumentado que dura dez ou quinze dias ou pode ser um padrão diferente, ela menstrua a cada quarenta dias ou a cada cinquenta dias, às vezes pula mês e são alterações também fisiológicas que fazem parte do nosso processo de amadurecimento como pessoa e como organismo. E o fato interessante é que em janeiro de 2022 foi publicado na revista The Jornal of North American Menopause Society da Universidade d Pittsburgh e que avaliaram várias mulheres e a conclusão que esse estudo chegou é que as mulheres que já começam a ter essa alteração de menstruação antes mesmo de entrar na menopausa tão esses ciclos menstruais começam a ficar irregulares tanto pra diminuição do intervalo quanto pro aumento de intervalo, ela tem um aumento da chance de desenvolver doença cardíaca. Por isso que é muito importante quando você mulher começa a ter alguma alteração na sua menstruação tanto pra mais quanto pra menos que você procure o ginecologista. O ideal é que a mulher, ela tenha um acompanhamento em todas as suas fases hormonais, mas essa é uma fase que a gente tem que ficar mais de olho, porque a gente pode prevenir doenças cardíacas futuras que podem se desenvolver justamente nessa fase. Espero que cês tenham gostado desse vídeo e não se esqueça de inscrever-se no nosso canal, dá o seu like, ative o sininho de notificação, fale pra uma amiga que tá precisando de umas dicas e até a próxima!

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Os ovários

Ovário, em todos os seres vivos com órgãos diferenciados, é o órgão onde são produzidos os gametas femininos, tanto nos animais como nas plantas. Os ovários têm uma região onde se localizam os folículos. Eles têm a forma de amêndoa, medindo até 5 cm em seu maior diâmetro e possui uma espessura máxima de 1,5 centímetros. São responsáveis pela formação do folículo e hormônios necessários para a concepção e gestação.

Os ovários são órgãos pares localizados em cada lado do útero, responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e pelo armazenamento das células germinativas. Eles são cobertos por uma túnica albugínea, que os protege e os mantém na posição correta. Os ovários são fundamentais para o sistema reprodutor feminino, pois são relacionados com a produção de hormônios, como estrogênio e progesterona, que são essenciais para a ovulação e para a manutenção da gravidez. No interior dos ovários existe um épitélio germinativo, onde se encontram as células germinativas, que são aquelas responsáveis pela produção dos óvulos. Os ovários têm cerca de 1,5 cm de largura e são fundamentais para a reprodução humana.

Sua região dos foliculos contém numerosos vasos sanguíneos e regular quantidade de tecido conjuntivo frouxo, e a cortical, onde predominam os folículos ovarianos, contendo os ovócitos.

Os hormônios da hipófise, o LH e o FSH (eles estimulam as células dos ovários a produzir seu próprio hormônio, o estrógeno). A cada mês, esses hormônios provocam o amadurecimento de um ovócito dos ovários. Esse amadurecimento dura cerca de 12 a 14 dias. O ovócito, então, amadurece e rompe o folícolo, estrutura parecida a uma vesícula ou a uma minuscula bolha na superfície do ovário. Esse fenômeno chama-se ovulação e acontece muito próximo às franjas da tuba uterina.

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Ovulação

Quando acontece a ovulação, o ovócito sai. O folículo maduro que restou dele será chamado corpo lúteo. Inicialmente fica um hematoma, um coágulo central dentro dele, em volta as células foliculares e da teca. As células da teca e as células foliculares vão exercer influência em um hormônio que é o LH (hormônio luteinizante). Esse hormônio vai luteinizar essas células e as células foliculares agora serão chamadas de células granulosas luteínicas. As células da teca serão chamadas células tecoluteínicas. As células granulosas luteínicas crescem tanto, que o hematoma do corpo lúteo ou corpo vermelho irá desaparecer. O corpo lúteo tem um grande aumento, as células se enchem de grãos de luteína. As células ficam então granuladas. O corpo lúteo vai existir até um determinado momento. A luteína aparece em função do hormônio luteinizante. Se não houver gravidez, esse hormônio para de ser produzido pela hipófise.

A anovulação, isto é, a ausência de ovulação quando esta deveria estar presente, pode indicar graves endocrinopatias, sendo a mais relevante a síndrome do ovário policístico (SOP). A anovulação é uma das causas da infertilidade feminina e onde as técnicas de reprodução humana podem auxiliar.

Cistos nos ovários não significa infertilidade, com o tratamento adequado, é possível recuperar o equilíbrio hormonal e fertilidade. Muitas mulheres, ao receberem o diagnóstico de cistos no ovário, temem a impossibilidade de engravidar. E não são poucas, esse é um mal que atinge cerca de 25% das mulheres em idade fértil no Brasil. Ele aparece, sobretudo, nas que são portadoras de endometriose (afecção inflamatória provocada pelas células do endométrio que não foram expelidas durante o ciclo menstrual, pois migraram no sentido oposto e caíram nos ovários) ou que estão com doença inflamatória pélvica. O cisto no ovário não causa infertilidade na mulher, mas gera dificuldades para que ela engravide por causa das alterações hormonais produzidas pelo problema. Além disso, se houver irregularidade na menstruação ou apresentar ausência da mesma, o processo ovulatório pode ser afetado. Diante disso, para tratar a doença é imprescindível buscar ajuda médica.

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Principais causas de infertilidade relacionadas aos ovários:

  1. Síndrome do ovário policístico (SOP)
  2. Ausência de ovários por remoção cirúrgica por câncer ou outra causa
 

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Dra. Juliana Amato

Líder da equipe de Reprodução Humana do Fertilidade.org Médica Colaboradora de Infertilidade e Reprodução Humana pela USP (Universidade de São Paulo). Pós-graduado Lato Sensu em “Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida” pela Faculdade Nossa Cidade e Projeto Alfa. Master em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida pela Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva. Titulo de especialista pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e APM (Associação Paulista de Medicina).

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