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Calculadora de peso ideal: Veja como calcular sua composição corporal recomendada

Se você está se perguntando se seu peso atual é saudável ou se precisa perder alguns quilos, você veio ao lugar certo. Nesta página, oferecemos uma calculadora de peso ideal que pode ajudá-lo a entender se você está dentro do peso saudável para sua altura e idade. Com base nas informações fornecidas, a calculadora fornecerá uma faixa de peso saudável para você e também lhe dará recomendações sobre como atingir esse peso, se necessário. Além disso, também discutiremos as diferenças entre o peso ideal e o peso saudável e por que é importante manter um peso saudável. Então, se você está pronto para descobrir seu peso ideal, continue lendo e use nossa calculadora para obter uma avaliação precisa de seu peso atual.

Sumário

 

Como calcular seu peso ideal

Verifique se seu peso ideal nesta calculadora:

 

Calcular o peso ideal é uma maneira importante de entender se você está no peso saudável ou se está acima ou abaixo do peso, o que pode levar a problemas de saúde. O índice de massa corporal (IMC) é a fórmula utilizada para calcular o peso ideal de uma pessoa. Ele leva em consideração a massa corporal e a altura de cada pessoa. O IMC é uma medida geral do peso saudável, mas deve ser utilizada com cuidado, pois não leva em consideração a massa muscular ou o nível de atividade física. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o peso ideal para sua altura seja calculado usando o IMC. Além do IMC, existe outra maneira de calcular o peso ideal, é o percentual de gordura corporal, que também é importante para saber se você está dentro do peso saudável. É importante lembrar que cada pessoa é única e os valores de peso ideal podem variar. É importante consultar um médico ou nutricionista para determinar qual é o peso ideal para sua altura e sua saúde.

Entenda as limitações de avaliar o IMC

Neste vídeo, o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, ensina como calcular o IMC (índice de massa corpórea) e explica as limitações e vantagens desse cálculo. Ele também destaca que o IMC não é um diagnóstico preciso de obesidade, especialmente em indivíduos com muito músculo, e é mais adequado para avaliações populacionais. Ele também incentiva as pessoas a compartilhar o vídeo com outras pessoas para ajudar a disseminar informações de qualidade sobre o assunto.

Olá, sou doutor Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato e hoje eu vou te ensinar a calcular o seu IMC, o seu índice de massa corpórea. Você vai entender como usar a calculadora pra fazer o seu IMC, vai entender as limitações do IMC pra sua saúde e o que você pode fazer com essa informação. Afinal, todo mundo usa o IMC. Ele tem seus problemas, mas também tem algumas vantagens. Então, o que a gente pode fazer com isso? Se você acha que alguém a sua volta, tá acima do peso ou precisa entender como calcular o IMC e usar essa informação, por favor, pega o link lá em cima, encaminha pra essa pessoa, copia e manda também nos seus grupos de WhatsApp, vamos ajudar a divulgar essa informação de qualidade, afinal, o canal só existe se tiver gente assistindo nossos vídeos. Então, vamos falar sobre o índice de massa corpórea. Ele foi descrito pela primeira vez em 1840 na Bélgica, então é uma coisa assim muito antiga e que é usado até hoje. O grande problema é como usar essa informação e o que entender o que ele traz de informação, né? O índice de massa corpórea ele pode trazer erros de compreensão e tem limitação do que ele pode falar que tem e pode não falar que tem, então a gente tem que saber usar isso aí. Por exemplo, uma pessoa que tem muito músculo, um halterofilista, ele vai ser muito mais pesado em relação a sua altura do que uma pessoa que não tem tanto músculo assim, então você pode ter um halterofilista que tem o IMC alto e pode sugerir uma obesidade, enquanto na verdade ele tem é muito músculo e então não é um diagnóstico de obesidade. Então sabendo disso, a gente vai entender que o IMC não serve para diagnóstico de obesidade, muito embora a gente usa aquelas faixas numéricas que eu não vou mostrar pra vocês, pra sugerir o diagnóstico. A gente pode falar que o índice de massa corpórea é mais um preditor de obesidade do que um indicador de obesidade. O que isso quer dizer? Que o valor alto do IMC ele tem uma alta predição, né? Quem tem um número alto tem mais chance de ser obeso do que quem tem um número baixo. É isso! E o IMC também vai servir para uma avaliação populacional. Então se eu quero saber um país inteiro tá mais obeso ou mais magro, é muito mais fácil a gente usar essas duas informações que é o peso e a altura do que sair colocando todo mundo em uma bioimpedância pra ver o quanto de músculo tem ou quanto de porcentagem de gordura tem. Então pra avaliações epidemiológicas, pra avaliações de grandes grupos é muito bom a gente usar o IMC, embora tenha até uma dica que eu vou falar na frente como a gente interpretar melhor isso, mas sabendo dessa limitação a gente vai usar essa informação de forma adequada, afinal o IMC não vai considerar o biotipo, não vai considerar a distribuição de gordura no corpo, ele só passa a ser útil quando a gente não tem outra ferramenta, então no consultório a gente tem que ter outra ferramenta, eu vou ter que usar a bioimpedância, eu vou ter que usar ultrassom e outros métodos pra ter uma informação mais nobre. Agora, se você tá em casa, tem uma balança e quer uma informação rápida, fique à vontade, o IMC é excelente. Agora, como que a gente faz esse cálculo? Bom, o índice de massa corpórea é igual a massa corporal, peso em quilogramas dividido pela altura em metros elevado ao quadrado. Então, a gente vai colocar o peso, por exemplo, eu tô pesando 83kg dividido pela altura, vamos supor, 1,83m elevado ao quadrado, então 1,83m vezes 1,83m Isso daria um resultado de 24,7. Olhando a tabela do IMC ficaria dentro da faixa normal. Falando da faixa normal, então já aproveito pra mencionar então os valores considerados adequados do índice de massa corporal. Então, abaixo de dezoito e meio é abaixo do peso, é onde a gente tem que ficar muito atento aí com desnutrição, tem os riscos de saúdes inerentes aí a perda de peso, entre dezoito e meio e vinte e cinco fica dentro da faixa do normal, de vinte e cinco a trinta é a faixa do sobrepeso, é aquele em que você já tá um pouquinho além do normal, tem que ficar atento, mas não é considerado obesidade ainda, de trinta a trinta e cinco é obesidade grau um, de trinta e cinco a quarenta, obesidade grau dois e acima de quarenta seria a obesidade mórbida ou obesidade grau três. Agora a faixa que tá associada a melhor qualidade de vida, maior longevidade é o IMC entre vinte e três e vinte e cinco, então se você fica dentro dessa faixa, você provavelmente vai ter menos comorbidades, menos doenças relacionadas a aumento de peso. Agora teve um matemático que propôs uma alteração no IMC. Veja, ele não é médico e ele não fez nenhuma avaliação epidemiológica desses valores que ele mencionou, mas como o IMC, ele foi descrito muito lá atrás, né? Em 1840, não tinha calculadora, era mais difícil fazer cálculo na mão, então ele acredita que foi usado à altura elevado ao quadrado por facilidade de matemática, né? Ele acredita que ficaria muito mais próximo de um cálculo real do IMC se o cálculo fosse assim, se fosse o peso multiplicado por 1,3, pela altura elevado a 2,5, então veja que é um número mais difícil de calcular a mão. Assim, a gente tem que usar essa fórmula? Olha, o meu interesse nessa fórmula é só porque o meu IMC baixou fazendo essa conta porque na verdade não tem nenhum trabalho científico ou trabalho médico usando esse cálculo pra fazer a avaliação do índice de massa corporal. O problema também do índice de massa corporal é que se a gente tem um cálculo que só usa a altura e o peso, usando só essas duas variáveis, parece que é meio lógico que daria pra gente falar “ah, então eu tenho como te falar o seu peso ideal, né? Você tem tal altura, o seu peso nessa altura seria ideal seria entre X e Y, tá aqui, essa é a faixa boa pra você.”, só que na verdade isso não é real porque uma pessoa que tem determinado peso, as custas de gordura visceral é muito diferente de uma pessoa que tem o mesmo peso às custas de músculo periférico, de músculo, né? De massa muscular. Então qual que é a melhor medida que a gente pode fazer? Então seria a composição corporal e aí sim a gente pode falar em uma composição corporal ideal. As bioimpedâncias são máquinas em que parecem balanças, né? Você sobe, existe a bioimpedância segmentar que você tem que segurar na manopla que vai passar uma corrente no seu corpo, medir a quantidade de água e aí a gente consegue estimar a porcentagem de gordura no corpo. Algumas balanças, aquelas que se tem em casa, tem algumas que fazem bioimpedância também, elas são muito e não tem a possibilidade de ter uma precisão alta, então as que a gente usa em consultório tem uma precisão muito muito mais significativa. Mas o princípio é o mesmo, então ela vai fazer uma corrente elétrica passar no seu corpo e vai estimar a quantidade de gordura em cada localização. Então é possível estimar a quantidade de gordura visceral, a quantidade de gordura em membros inferiores, em membros superiores e aí sim a gente tem uma distribuição de músculo, gordura em todas partes do corpo e aí a gente pode falar na composição corporal ideal. É óbvio que falar da porcentagem de gordura no corpo já é um numerozinho importante, mas a gente tem que entender que existem gorduras diferentes no nosso corpo. Por exemplo, enquanto a gordura visceral ela é inflamatória, ela tá diretamente relacionada a obesidade, às complicações da obesidade, tanto aterosclerose, diabetes, infarto, AVC, todas essas doenças relacionadas à obesidade, algumas outras gorduras não estão diretamente relacionadas a essas complicações. Por exemplo, gorduras distribuídas em membro inferior tem até trabalho mostrando que tem a possibilidade de ser um fator de proteção cardiovascular. Então, a gente tem que entender que a gordura ela pode ser benéfica, ela é um órgão endócrino, ela produz um monte de hormônio e existem as gorduras saudáveis e as não tão saudáveis assim. Existem outras formas de medir a distribuição de gordura corporal, então a bioimpedância é muito fácil e acessível, existem aquelas que a gente tem em casa que são baratas, existem bioimpedâncias de cem mil reais, então não dá pra ser a mesma coisa, né? São equipamentos completamente diferentes e que vai ter um nível de precisão diferente, mas existem outras técnicas também. Por exemplo, o dexa é muito parecido com a densitometria óssea, mas ele também vai identificar massa muscular, gordura e a distribuição pelo corpo, também tem os plicômetros, são pinças que a gente vai medindo as áreas com com gordura no corpo, existem fórmulas matemáticas que a gente acaba levando aí cálculo da distribuição da gordura corporal, mas também tem ultrassom, existem aparelhos de ultrassom que permite medir o panículo adiposo e aí a gente também consegue chegar nessa informação. Existe uma metodologia enorme pra gente chegar nessa conclusão, nessa informação, o IMC é útil, continua sendo útil, mas ele tem essa limitação. A gente não consegue fazer essa avaliação da distribuição corporal ideal. Continua sendo um método fácil e rápido. E assim, de uma avaliação populacional, é útil pra gente fazer estudo e direcionar então para um aumento da probabilidade de doenças relacionadas ao aumento de peso ou obesidade. Gostou vídeo? Inscreva-se no nosso canal, compartilhe com seus amigos, clica no sininho lá embaixo pra receber as notificações dos próximos novos vídeos e fique um pouquinho aí que eu vou colocar o próximo melhor vídeo pra você assistir.

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Dra. Juliana Amato

Dra. Juliana Amato

Líder da equipe de Reprodução Humana do Fertilidade.org Médica Colaboradora de Infertilidade e Reprodução Humana pela USP (Universidade de São Paulo). Pós-graduado Lato Sensu em “Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida” pela Faculdade Nossa Cidade e Projeto Alfa. Master em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida pela Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva. Titulo de especialista pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e APM (Associação Paulista de Medicina).

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