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Congelamento de óvulos — guia prático para preservar sua fertilidade

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Por que considerar o congelamento de óvulos hoje

Adiar a maternidade é uma realidade para muitas mulheres — por escolha, carreira, saúde, falta de parceiro ou simplesmente por ainda não ser o momento. O grande desafio é que a qualidade e a quantidade de óvulos caem com a idade, especialmente após os 35 anos. Optar pelo congelamento de óvulos permite preservar a fertilidade e reduzir a pressão do relógio biológico, mantendo a chance de gestar com óvulos do seu momento atual.

Ao considerar o congelamento ovulos, pense nele como um seguro reprodutivo, não uma garantia. Ele aumenta suas opções no futuro e pode ser decisivo em cenários como tratamentos oncológicos, cirurgias ovarianas ou doenças que afetam a reserva. Quanto mais cedo for feito, melhor o prognóstico — mas ainda pode ser útil em idades mais avançadas, desde que com expectativas reais e orientadas por dados.

Quem se beneficia na prática

O método é indicado para mulheres entre 28 e 38 anos que desejam postergar a gestação, além de pacientes que vão iniciar quimioterapia ou radioterapia. Também é relevante para quem tem histórico familiar de menopausa precoce, endometriose, ovários policísticos com tendência à queda de qualidade com o tempo, ou deseja fazer fertilização in vitro (FIV) no futuro com maior tranquilidade.

Alguns perfis se beneficiam de uma conversa mais precoce com o especialista:
– Profissionais que planejam pós-graduação longa ou expatriação.
– Mulheres sem parceiro que não desejam recorrer a doação de óvulos no futuro.
– Pacientes com baixa reserva ovariana detectada cedo (AMH baixo, contagem antral reduzida).

Mitos e realidades

Ainda circula o mito de que o congelamento garante um bebê — não garante. O que ele faz é preservar a qualidade dos óvulos e manter a chance equivalente à idade do congelamento. Outro equívoco comum é achar que só vale a pena antes dos 30; na verdade, 30–35 é uma janela excelente e 36–38 ainda pode gerar bons resultados com plano adequado.

Realidade importante: não é preciso “ficar sem hormônios” por meses antes. Com o protocolo certo, o processo é rápido (10 a 14 dias de estímulo) e normalmente pouco doloroso. E sim, é possível trabalhar e tocar a vida durante a maior parte das etapas.

Como funciona o processo passo a passo

O congelamento utiliza a técnica de vitrificação, que preserva os óvulos a temperaturas ultra-baixas, mantendo sua integridade por anos. O roteiro é relativamente padronizado, mas personalizado ao seu perfil hormonal, idade e reserva ovariana. Entender os passos reduz ansiedade e ajuda a tomar decisões com mais segurança.

No fluxo do congelamento ovulos, há três momentos-chave: avaliação, estimulação e coleta, seguidos do congelamento propriamente dito. Cada etapa conta com pontos de atenção que você pode controlar para melhorar resultados, como adesão às medicações e o timing da punção.

Avaliação inicial e preparo

Na primeira consulta, o especialista solicitará exames para medir sua reserva e saúde reprodutiva:
– Hormônio Antimülleriano (AMH): indica a reserva ovariana.
FSH, LH e estradiol: avaliam o eixo hormonal.
Ultrassom transvaginal com contagem de folículos antrais (CFA).
– Sorologias e exames gerais de segurança.

Com os dados, define-se o protocolo de estimulação ovariana. Se você usa pílula ou DIU hormonal, pode haver ajuste temporário. Um preparo básico inclui suplementação (como ácido fólico e, em alguns casos, coenzima Q10), estilo de vida saudável e organização de agenda para monitoramentos.

Estimulação, punção e vitrificação

A estimulação dura cerca de 10 a 12 dias, com injeções diárias de hormônios para fazer vários folículos crescerem. Você realiza 3 a 4 ultrassons para ajustar doses e evitar hiperestimulação. Quando os folículos atingem tamanho adequado, aplica-se o “gatilho” (hCG ou agonista de GnRH) para maturação final.

A punção dos óvulos é feita 34 a 36 horas depois, em ambiente ambulatorial, com sedação leve. Dura 10 a 20 minutos e você vai para casa no mesmo dia. Em laboratório, os óvulos maduros (MII) são vitrificados e armazenados em nitrogênio líquido. O número de óvulos por ciclo varia com idade e reserva; às vezes, planeja-se mais de um ciclo para atingir a meta.

Taxas de sucesso e o que influencia os resultados

As chances de levar um bebê para casa a partir de óvulos congelados dependem, sobretudo, da idade no momento do congelamento e da quantidade de óvulos maduros obtidos. Outros fatores incluem qualidade laboratorial, técnica de vitrificação, espermatozoides no futuro e saúde uterina.

Para orientar expectativas, clínicas sérias trabalham com probabilidades cumulativas. Em termos gerais, quanto mais cedo e mais óvulos você congela, maior a chance de sucesso por transferência embrionária.

Idade e qualidade dos óvulos

A qualidade ovocitária declina com o tempo devido ao aumento de alterações cromossômicas. Em médias populacionais:
– Aos 30–34 anos: maior proporção de óvulos euploides, melhor taxa de fecundação e de implantação.
– Aos 35–37 anos: bons resultados ainda são comuns, com necessidade de números um pouco maiores de óvulos.
– Aos 38–40 anos: as taxas caem e vale avaliar ciclos múltiplos para alcançar a meta.
– Acima de 40: a estratégia é muito individualizada; o congelamento pode ser considerado, mas com discussão franca sobre alternativas, incluindo óvulos doados.

Taxas estimadas em literatura sugerem que, para obter 1 nascimento, uma mulher de 34 anos pode precisar de 8 a 12 óvulos maduros; aos 37, cerca de 12 a 18; aos 39, 18 a 25 ou mais. São médias e não promessas — seu caso pode demandar mais ou menos.

Quantos óvulos congelar: definindo sua meta

Um planejamento prático começa definindo o objetivo (um, dois ou três filhos) e cruzando com sua idade e sua reserva. O médico calcula uma meta de óvulos maduros e estima quantos ciclos serão necessários. Exemplo:
– Aos 32 anos, meta de 15–20 óvulos pode oferecer boa chance para 1–2 gestações.
– Aos 36 anos, 20–25 óvulos pode ser uma faixa mais segura para 1 gestação.
– Aos 39 anos, muitas vezes é realista mirar 25–30 óvulos, considerando variabilidade.

Se a resposta ao estímulo for mais baixa que o previsto, o plano pode incluir ajustar doses, trocar o protocolo ou programar um segundo ciclo. Monitorar AMH e CFA ajuda a recalibrar expectativas.

Riscos, efeitos colaterais e segurança

O congelamento é considerado um procedimento seguro, amplamente praticado, com risco baixo de complicações quando conduzido por equipes experientes. Saber o que pode acontecer — e como minimizar — é parte do consentimento informado.

A maioria das mulheres relata desconforto abdominal leve, inchaço e sensibilidade pélvica durante a estimulação. Após a punção, cólicas e pequenas manchas são comuns por 24 a 48 horas. Hidrate-se, evite esforço intenso por alguns dias e siga as orientações da equipe.

Complicações raras e como prevenir

A síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO) é hoje menos frequente graças a protocolos modernos. Ela pode causar inchaço intenso e, raramente, complicações mais sérias. Para prevenir:
– Uso de gatilho com agonista de GnRH em pacientes de risco.
– Ajuste de doses com base em exames e ultrassons.
– Hidratação adequada e acompanhamento próximo.

Infecções e sangramentos significativos após a punção são raros. Histórico de alergias a medicamentos, coagulopatias ou cirurgias prévias deve ser informado para personalização da técnica. Siga sinais de alerta: dor forte, febre, sangramento intenso ou falta de ar exigem contato imediato com a clínica.

Recuperação e retorno à rotina

A maioria retoma o trabalho no dia seguinte à punção. Exercícios de alto impacto e relações sexuais devem aguardar alguns dias, conforme orientação. Analgésicos simples costumam resolver o desconforto. Caso você planeje viagem, programe-a para pelo menos 48–72 horas após o procedimento.

Uma dica prática: deixe refeições leves prontas, organize transporte no dia da punção e mantenha uma garrafinha de água por perto. Pequenos cuidados facilitam um pós-procedimento tranquilo.

Custos, planejamento financeiro e cobertura

Investir em congelamento envolve custos diretos (procedimento, medicamentos, armazenamento) e indiretos (transporte, folgas, exames adicionais). Orçar com clareza evita surpresas e permite comparar propostas de forma honesta.

Ao orçar o congelamento ovulos, peça um relatório discriminado por item e questione o que está incluso. Muitas clínicas oferecem pacotes, mas variam nos detalhes — taxas de sala, sedação, vitrificação, primeira anuidade de armazenamento e eventuais consultas.

Quanto custa e como se planejar

Os valores variam por cidade, equipe e farmácia de medicamentos:
– Procedimento (estimulação, monitoramento e punção): R$ 12.000 a R$ 25.000 por ciclo, em média.
– Medicamentos hormonais: R$ 6.000 a R$ 12.000, dependendo do protocolo e da resposta.
– Armazenamento anual: R$ 1.000 a R$ 2.500 por ano.
– Custos futuros (quando usar os óvulos): fecundação em laboratório, cultivo embrionário, possível teste genético e transferência ao útero, que têm orçamento próprio.

Dicas para viabilizar:
– Solicite 2 a 3 orçamentos completos e comparáveis.
– Pergunte sobre parcelamento, descontos à vista e programas de fidelidade.
– Verifique se sua empresa oferece benefício de fertilidade (algumas multinacionais já adotam).
– Considere plano em etapas: um ciclo agora e outro no próximo semestre, se necessário.

Como comparar clínicas e evitar surpresas

Não escolha apenas pelo preço. Avalie:
– Experiência da equipe e credenciais do laboratório (vitrificação, taxa de sobrevivência pós-descongelamento).
– Transparência de resultados e participação em registros nacionais/internacionais.
– Qualidade do atendimento e disponibilidade para esclarecer dúvidas.
– Localização, logística de visitas e horários de monitoramento.

Pergunte a taxa de sobrevivência dos óvulos após o descongelamento e as taxas de fertilização com ICSI, pois impactam o sucesso futuro. Solicite o contrato de armazenamento e entenda cláusulas de inadimplência, prazos e transferência para outra clínica, se necessário.

Decidindo o momento certo: checklists e perguntas

Escolher quando congelar é uma decisão pessoal que cruza planejamento de vida, finanças e dados clínicos. Você não precisa de perfeição para começar — precisa de informação suficiente para agir com confiança. O objetivo é transformar uma incerteza difusa em um plano prático e factível.

Se você está entre 30 e 36 anos e sabe que não tentará engravidar nos próximos 2 a 3 anos, conversar com um especialista já faz sentido. Se tem 37 a 40, a janela é mais estreita, então rapidez e metas claras são fundamentais.

Checklist rápido para decidir sobre o congelamento ovulos

– Idade atual e horizonte para tentar engravidar.
– Resultados de AMH e contagem de folículos antrais (peça ao ginecologista, são exames acessíveis).
– Número de filhos desejados e flexibilidade de planos.
– Orçamento disponível por ciclo e por ano de armazenamento.
– Disponibilidade de tempo no próximo mês para 4–6 visitas de monitoramento.
– Conforto emocional com a ideia de adiar a decisão de ter filhos, preservando a opção.

Se a maioria dos itens é favorável, vale marcar uma consulta de avaliação. Caso ainda faltem informações (ex.: AMH), faça os exames primeiro — em poucos dias você terá clareza para avançar.

Perguntas essenciais para levar à consulta

– Qual é minha estimativa de resposta com base em AMH e CFA?
– Que protocolo de estimulação recomenda e por quê?
– Qual a meta de óvulos maduros para meu objetivo e quantos ciclos devemos planejar?
– Quais são as taxas do laboratório para sobrevivência pós-descongelamento e fertilização?
– Qual o custo total por ciclo, o que está incluso e qual a taxa anual de armazenamento?
– Como será o acompanhamento e quem é a equipe no dia da punção?

Leve suas prioridades por escrito (tempo, custos, plano familiar) e peça que o especialista traduza os números em probabilidades cumulativas. Entender “o que preciso fazer para ter 60–70% de chance de ao menos um bebê” é mais útil do que um único percentual isolado.

Vida após o congelamento: quando e como usar seus óvulos

Congelar é metade do caminho. Quando você decidir engravidar, os óvulos são descongelados, fertilizados (geralmente com ICSI), e os embriões formados são cultivados por 5 a 6 dias. Em seguida, realiza-se a transferência para o útero, em ciclo natural ou com preparo endometrial.

Se houver múltiplos embriões, pode-se transferir um por vez, reduzindo risco de gestação múltipla. Algumas pacientes consideram o teste genético pré-implantacional (PGT-A) em casos específicos — discuta indicações reais com a equipe, já que não é obrigatório e tem custos e limitações.

Aspectos legais, consentimento e prazos

No Brasil, o armazenamento segue normas éticas e legais específicas. O contrato deve abordar:
– Tempo de armazenamento e políticas de renovação.
– Conduta em caso de falecimento, incapacidade ou mudança de vontade.
– Regras para doação ou descarte, sempre conforme a legislação vigente.

Manter seus dados de contato e forma de pagamento atualizados evita que o banco de óvulos fique sem instruções. Se você se mudar de cidade ou país, confirme a possibilidade e o custo de transferir o material para outra clínica.

Planejamento de saúde e estilo de vida

Mesmo com óvulos preservados, cuide do terreno onde o embrião será implantado. Hábitos que importam:
– Alimentação equilibrada, exercício regular e sono adequado.
– Evitar tabagismo e reduzir álcool.
– Controle de condições como tireoide, resistência à insulina e endometriose.

Quando surgir o momento, faça um check-up reprodutivo atualizado (hormônios, ultrassom, avaliação uterina) para otimizar a preparação da transferência.

Estratégias práticas para maximizar resultados

Pequenas decisões ao longo do caminho somam ganhos significativos. Foque em três frentes: escolha da equipe, personalização do protocolo e autocuidado durante o ciclo.

Comece com uma segunda opinião se tiver dúvidas — ciência boa resiste a perguntas. Documente tudo: resultados, doses, reações. Isso ajuda sua equipe a ajustar as etapas para o seu melhor desempenho.

Personalizando o protocolo ao seu perfil

– Reserve tempo para monitoramentos no início do dia, facilitando ajustes.
– Se tem risco de SHO (AMH alto, SOP), discuta gatilho com agonista e estratégia “freeze-all”.
– Para baixa reserva, pergunte sobre adjuvantes (ex.: coenzima Q10, DHEA quando indicado) e protocolos de estimulação dupla (DuoStim) em casos selecionados.

Aderência é crucial: aplique medicações no horário indicado e não pule ultrassons. A previsibilidade do timing aumenta a segurança da punção e a maturação dos óvulos.

Bem-estar durante a estimulação

– Hidratação e leve aumento de proteína podem ajudar no conforto.
– Reduza exercícios de alto impacto nos dias finais (ovários aumentados de volume).
– Prepare uma pequena “farmacopé” doméstica: analgésico simples orientado pelo médico, compressas e lanches leves.
– Pratique respiração ou meditação curta para reduzir ansiedade; ciclos são intensos, mas breves.

Lembre-se: o congelamento ovulos é um sprint de duas semanas, não uma maratona. Com planejamento, a experiência tende a ser mais tranquila do que muitos imaginam.

O que ninguém te conta (e você vai agradecer por saber)

Alguns detalhes práticos fazem diferença e raramente aparecem no primeiro panfleto. Anote e adapte à sua rotina.

– As injeções são subcutâneas e a maioria das pessoas aprende a aplicar sozinha após a primeira orientação. Se preferir, agende em enfermaria ou farmácia.
– É normal que em um ciclo venha menos óvulos do que folículos contados no ultrassom; nem todos os folículos contêm óvulos maduros.
– Ter um “plano B” de datas evita frustração se o estímulo correr um pouco mais curto ou longo que o previsto.
– Documente cada dose aplicada; um alarme no celular evita atrasos.
– Combine apoio emocional. Compartilhar o processo com alguém de confiança torna tudo mais leve.

Em números, o que você precisa saber para calibrar expectativas:
– Sobrevivência à vitrificação/descongelamento em laboratórios experientes costuma ser alta.
– Taxas de fertilização com ICSI variam por idade e fator masculino.
– Nem todo embrião chega a blastocisto; por isso, a meta de óvulos é pensada para compensar perdas naturais em cada etapa.

Colocando tudo junto: um plano de ação em 30 dias

Transforme informação em avanço concreto. Este roteiro ajuda você a sair do “um dia eu vejo isso” para “eu decidi e estou agindo”.

Semana 1
– Marque consulta com especialista em reprodução humana.
– Faça exames: AMH, FSH/LH/E2, ultrassom com contagem antral e sorologias.
– Liste prioridades (tempo, custo, número de filhos) e perguntas para a consulta.

Semana 2
– Receba o plano personalizado e orçamento detalhado.
– Verifique benefícios corporativos, formas de pagamento e farmácias parceiras.
– Ajuste agenda para monitoramentos na janela indicada.

Semana 3
– Inicie a estimulação conforme prescrição.
– Faça ultrassons de controle e mantenha as medicações nos horários.
– Organize apoio logístico para o dia da punção (transporte e folga).

Semana 4
– Realize a punção e o congelamento.
– Descanse 24–48 horas e retome gradualmente sua rotina.
– Agende follow-up para revisar resultado (número de óvulos maduros) e decidir próximos passos, como consolidar armazenamento ou planejar um segundo ciclo se necessário.

Se, ao longo desse caminho, surgir a dúvida “devo mesmo continuar?”, releia sua meta. O congelamento ovulos é uma ferramenta para alinhar sua vida reprodutiva ao seu projeto de vida — e não o contrário.

Exemplo realista de planejamento por idade

– Ana, 32 anos, AMH adequado: planeja 1–2 filhos e faz 1 ciclo, obtendo 15 óvulos maduros. Decide armazenar e reavaliar em 12 meses se fará um segundo ciclo.
– Paula, 38 anos, AMH moderado: deseja 1 filho e mira 22–25 óvulos. Faz 2 ciclos e alcança a meta. Ajusta o orçamento e programa uso em 2 a 3 anos.
– Júlia, 40 anos, AMH baixo: decide pela avaliação personalizada. Considera um ciclo de tentativa e discute abertamente estatísticas, além de alternativas como óvulos doados. A decisão final é informada e alinhada aos seus valores.

Esses cenários mostram que a resposta ideal não é única — é aquela que combina dados, tempo e o que importa para você.

Próximos passos para decidir com clareza

Você aprendeu que o sucesso depende de idade, quantidade de óvulos e qualidade do laboratório; que os riscos são baixos e manejáveis; e que planejamento financeiro e logístico evitam surpresas. Também viu como transformar a ideia em um plano prático de 30 dias.

Se o assunto faz sentido para seu momento, agende uma consulta com um especialista de confiança e solicite um plano individualizado. Leve seu checklist, peça projeções realistas e orçamentos comparáveis. O melhor dia para ganhar tempo biológico é hoje — dê o primeiro passo e coloque o congelamento ovulos a serviço do seu futuro.

https://www.youtube.com/watch?v=

Dra. Juliana Amato

Dra. Juliana Amato

Líder da equipe de Reprodução Humana do Fertilidade.org Médica Colaboradora de Infertilidade e Reprodução Humana pela USP (Universidade de São Paulo). Pós-graduado Lato Sensu em “Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida” pela Faculdade Nossa Cidade e Projeto Alfa. Master em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida pela Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva. Titulo de especialista pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e APM (Associação Paulista de Medicina).

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