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Açúcar e Inflamação: Entendendo os Efeitos no Corpo

O açúcar, presente em diversas formas em nossa dieta diária, é um tema de interesse constante na saúde pública e na pesquisa nutricional devido às suas amplas implicações na saúde humana. Fundamentalmente, o açúcar é um carboidrato simples que nosso corpo usa como fonte de energia. Os tipos mais comuns incluem glicose, encontrada em frutas, vegetais e mel; frutose, o açúcar das frutas; e sacarose, ou açúcar de mesa, derivado da cana-de-açúcar ou da beterraba.

Historicamente, o açúcar era um artigo de luxo, usado não só como adoçante mas também em rituais e para conservar alimentos. Com o aumento da produção desde o século XV, seu custo diminuiu e o consumo se popularizou. No século XX, a indústria alimentícia começou a utilizar o açúcar massivamente, adicionando-o a uma variedade de produtos para melhorar o sabor.

Sumário

Este vídeo discute os efeitos prejudiciais do consumo excessivo de açúcar, destacando sua relação com processos inflamatórios no corpo. Aborda como o açúcar, um carboidrato simples, é usado pelo corpo como energia e é encontrado em várias formas, incluindo glicose, frutose e sacarose. Historicamente considerado um luxo, o açúcar é agora um ingrediente comum e barato em alimentos processados. O vídeo explica como o açúcar pode causar picos de insulina, levando à inflamação crônica e ao aumento de doenças como diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardíacas e certos cânceres. Também é mencionado o impacto do açúcar no envelhecimento precoce, na saúde mental e no desenvolvimento de doenças como a esteatose hepática.

Nesse vídeo, a gente vai conversar sobre um tema polêmico: o açúcar e a inflamação. E você aí, que adora um docinho e usa açúcar em tudo, sabia que o açúcar é altamente inflamatório? Muitas pessoas vão pensar: “Eu não vou ver esse vídeo, porque eu não vou deixar o meu docinho de lado por nada desse mundo.” Mas, se eu fosse você, assistiria esse vídeo até o final para entender direitinho o que o açúcar faz no seu organismo e saber como lidar com certas situações. Vem comigo.  Você sabe o que o açúcar é? O açúcar é um carboidrato simples que o nosso corpo utiliza como fonte de energia. Existem alguns tipos de açúcar, como a glicose, que existe na fruta, no mel e nos vegetais. Existe também um outro tipo de açúcar, que é a frutose, que muitos conhecem como o açúcar das frutas. Existe a sacarose, que é o nosso açúcar de todos os dias, aquele de mesa branquinho que é extraído da cana de açúcar e da beterraba.  Na antiguidade, o açúcar era visto como um artigo de luxo. Ele era extremamente caro e era usado para adoçar as bebidas, em rituais e para conservar alimentos. A partir do século XV, a produção do açúcar foi aumentando na Europa e com isso foi barateando o custo para compra. A população teve mais acesso a esse açúcar. Já no século XX, com a produção em massa dos alimentos industrializados, ele foi incorporado pela indústria para dar sabor aos alimentos e para deixá-los mais gostosos.  O açúcar é amplamente estudado e tem um interesse muito grande da população científica. Por quê? Porque os estudos mostram que ele está relacionado com a inflamação do nosso corpo. Você sabe o que é inflamação? É uma resposta imunológica do nosso corpo, ou seja, uma resposta de defesa a infecções e lesões. Se essa inflamação se torna crônica, ou seja, não é tratada e fica por vários meses, por vários anos, ela pode causar doenças ou exacerbar as doenças já pré-existentes. A inflamação está associada com o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo dois, obesidade, doenças cardíacas e certos tipos de câncer.  E você sabe como o açúcar causa inflamação no nosso corpo? Ele causa picos de insulina. Quando você come o açúcar, causa picos de glicemia no seu corpo e com isso o nosso corpo libera muita insulina. Só que o açúcar é metabolizado muito rápido. Ao mesmo tempo que você aumenta a glicose no seu sangue, rapidamente ela diminui e com isso você vai gerando uma resistência à insulina no seu organismo. O açúcar age no seu corpo com certas proteínas e gorduras, formando os famosos AGEs, que são os produtos finais da glicação. Isso é uma reação química que acontece no nosso organismo e desencadeia um processo inflamatório. Ele danifica células e tecidos, levando a uma inflamação crônica, aparecimento de doenças e envelhecimento precoce.  Por que isso ocorre? Porque ele aumenta a produção de radicais livres e o nosso corpo sente. E o que nosso corpo sente como consequência? Obesidade, aumento de peso. Vários estudos mostram que a obesidade está associada a diversas doenças, como diabetes mellitus tipo dois, câncer, doença cardíaca. Além disso, pode causar a doença gordurosa do fígado, a esteatose hepática. Temos um vídeo bem interessante sobre esteatose hepática aqui no canal, dê uma olhada.  Açúcar também pode causar um envelhecimento precoce. Acredito que a essa altura do vídeo você vai me perguntar: “Então, eu devo parar de comer açúcar para não envelhecer mais rápido?” Sim, porque o açúcar se liga a certas proteínas e danifica o colágeno e a elastina. Além disso, ele está associado ao desenvolvimento de certos tipos de câncer, como por exemplo, o câncer de pâncreas.  Diante de tantos inconvenientes do açúcar, que tal começar a repensar a quantidade de açúcar que você ingere? E não estou falando só do açúcar comum, que a gente coloca no café, no chá, aquele do bolo pra lá de gostoso que a gente come às vezes, ou do pãozinho que a gente come todo dia de manhã. Você sabia que a maioria dos produtos industrializados tem açúcar oculto na composição? Seja xarope de milho, glicose ou maltodextrina, tudo isso é açúcar. Oriento a olhar os rótulos quando for às compras, vai ser de grande valia para a sua saúde.  E você sabia que o açúcar também pode estar associado à depressão? Ele é capaz de causar um desequilíbrio em certos neurotransmissores do nosso cérebro, causando alterações de humor e desequilíbrio da serotonina. E você sabe como é importante a produção de serotonina para o nosso funcionamento cerebral e para a nossa saúde mental? É extremamente importante. O açúcar é capaz de causar uma certa dependência.  Por acaso, você já tentou tirar o açúcar da sua vida de uma vez e sentiu muita falta dele? Às vezes, daquele cafezinho que você tomava depois do almoço, que era bem açucarado, ou daquele docinho que você costumava comer e você sentiu um desejo enorme por aquele doce. Às vezes, você até fugiu para pegar algo para comer. Vou te explicar por que isso ocorre. Quando a gente consome o açúcar, tem uma liberação de dopamina e essa dopamina dá uma sensação de bem-estar. Porém, essa recompensa acaba rápido e a sensação não. Então, você fica esperando pelo próximo docinho para ter aquela sensação novamente. É como uma droga: ela libera dopamina no seu organismo, tem uma sensação de bem-estar. Logo, quando a concentração de dopamina no seu sangue diminui, você sente necessidade de buscar mais.  Portanto, não se esqueça: o açúcar forma um ciclo vicioso. Saia dessa!  Gostou desse vídeo? Inscreva-se aqui no nosso canal, dê o seu like e ative o sininho de notificação.

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A Relação entre Açúcar e Inflamação

A inflamação é uma resposta imunológica natural do corpo a infecções e lesões, mas quando persiste indefinidamente, torna-se crônica e pode levar a diversas doenças graves, como diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

O consumo de açúcar contribui significativamente para a inflamação crônica de várias maneiras. Primeiramente, o açúcar induz a liberação de insulina pelo pâncreas para ajudar a regular os níveis de glicose no sangue. Consumos frequentes e em grande quantidade podem levar a picos de glicemia e, consequentemente, a uma sobrecarga de insulina, desencadeando um estado inflamatório. Esse processo pode também promover a formação de produtos finais de glicação avançada (AGEs), que são complexos moleculares que podem danificar células e tecidos, agravando a inflamação e contribuindo para o envelhecimento precoce e o surgimento de diversas patologias.

Além disso, o aumento dos níveis de insulina e a resistência subsequente a essa hormona estão intimamente ligados ao desenvolvimento de doenças crônicas. A inflamação associada ao açúcar também estimula a produção de radicais livres, que podem danificar as células e levar ao aumento de peso e à obesidade, fatores de risco para muitas condições de saúde.

Repensando o Consumo de Açúcar

Dada a capacidade do açúcar de induzir inflamação e contribuir para várias doenças, é prudente moderar seu consumo. A Organização Mundial da Saúde recomenda que os açúcares livres sejam limitados a menos de 10% do total de calorias diárias, com benefícios adicionais se reduzidos para menos de 5%.

Além do açúcar que adicionamos conscientemente aos alimentos, é essencial estar ciente do açúcar oculto nos produtos industrializados, como xarope de milho, glicose e maltodextrina. Verificar os rótulos dos produtos durante as compras pode revelar a quantidade de açúcar adicionado e ajudar a fazer escolhas mais saudáveis.

Conclusão

A conscientização sobre os efeitos do açúcar na saúde e seus mecanismos associados à inflamação crônica é crucial para tomar decisões alimentares mais informadas. Moderar o consumo de açúcar, juntamente com um estilo de vida saudável, pode significativamente reduzir o risco de desenvolver doenças crônicas relacionadas à inflamação.

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Dra. Juliana Amato

Dra. Juliana Amato

Líder da equipe de Reprodução Humana do Fertilidade.org Médica Colaboradora de Infertilidade e Reprodução Humana pela USP (Universidade de São Paulo). Pós-graduado Lato Sensu em “Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida” pela Faculdade Nossa Cidade e Projeto Alfa. Master em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida pela Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva. Titulo de especialista pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e APM (Associação Paulista de Medicina).

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