Reprodução Assistida

Reprodução humana
Reprodução Assistida é o nome dado a tratamentos que podem ajudar você a engravidar sem ter relações sexuais. Existe uma grande variedade de tratamentos, e o que mais se adequa a você irá depender de suas próprias circunstâncias. Por isso a avaliação clínica inicial com o especialista em reprodução humana é essencial. As opções incluem: Estes tratamentos são descritos nas suas próprias seções, clique nos links para acessá-los. Outros métodos de reprodução assistida, chamados Transferência intratubárica de gâmetas (GIFT) ou Transferência intratubárica de zigotos (ZIFT) não são recomendados. Certas formas de reprodução assistida (IIU, FIV, ICSI, inseminação de doador e doação de óvulos) são regulamentadas por leis, códigos, resoluções e normas. Muitas vezes procedimentos realizados no exterior não podem ser realizados aqui no Brasil, e vice versa. Porque a situação da bioética e biossegurança é individual para cada país. Nem toda tecnologia pode ser utilizada em todo caso, existem particularidades e peculiaridades que devem ser levadas em consideração. As sociedades de reprodução humana (Brasileira de Reprodução Humana e Brasileira de Reprodução Assistida) representam a especialidade no Brasil. Veja também 
LEIA TAMBÉM:  O processo de tratamento da Fertilização in vitro
LEIA TAMBÉM:  Fertilização in Vitro por ICSI

Local do corpo:

útero

Cuidados pós procedimento:

monitorização clínica

Preparo:

Monitorização da ovulação

Tipo de Procedimento:

Noninvasive

Status:

Bem definido
nv-author-image

Dra. Juliana Amato

Líder da equipe de Reprodução Humana do Fertilidade.org Médica Colaboradora de Infertilidade e Reprodução Humana pela USP (Universidade de São Paulo). Pós-graduado Lato Sensu em “Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida” pela Faculdade Nossa Cidade e Projeto Alfa. Master em Infertilidade Conjugal e Reprodução Assistida pela Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva. Titulo de especialista pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e APM (Associação Paulista de Medicina).